terça-feira, 5 de agosto de 2014

Historia Jardins de Sofala

Às vezes dou por mim a pensar como é que tudo começou… e não é fácil determinar com exactidão esse momento.

Desde que me conheço sempre gostei muito de animais em especial dos cães.
Os meus pais nunca sabiam se quando chegassem a casa não tinham lá mais um candidato a membro da família, o tempo foi passando e o meu gosto pelos cães mantinha-se…

Foi num Domingo do ano de 1984 que tive uma grande surpresa… Quando chego a casa dos meus avós e lá estava o EZO de la Vallée d’Oulja um boxer tigrado já adulto, oferecido ao meu pai. Senti um misto de alegria e medo que se torna difícil colocar por palavras. No entanto, desde o primeiro instante ficamos grandes AMIGOS!
Tinha um grande orgulho no Ezo era um excelente cão!…
Quis o destino que Ezo ou ZuZu como eu lhe chamava não pudesse terminar os seus dias em minha casa.

Depois do Ezo e para minimizar a sua perda eu, a minha irmã e a minha tia juntamos dinheiro e em Julho de 1986 lá fomos comprar um cão da Dalmácia o Zico. Esteve connosco até aos 14 anos.

Quem tem ou teve um boxer não consegue arranjar raça substituta.

Os boxers são a minha raça de eleição!

Numa nova fase da minha vida onde já estava na minha casa e com estabilidade profissional comprei em Junho de 1998 a Rusca, uma boxer fulva, para me fazer companhia…Um dia resolvi levar a minha Rusca a uma exposição e lá fomos nós até Aveiro; Quando lá cheguei reparei que a minha Rusca era tão diferentes dos outros boxers…
Comecei a analisar e a compreender o estalão da raça Boxer e conclui que a minha Rusca estava longe dos boxers de exposição no entanto, cumpre a sua missão de companhia de forma exemplar. É uma verdadeira “Lady”.

Algo estava incompleto… sentia uma vontade enorme de ter um outro boxer no entanto, não podia ser um boxer qualquer tinha que ser de uma linha especial. Cruzou–se no meu caminho no meio de tantas e tantas revistas uma publicidade dos Boxers de Alfeu onde constava as fotografias das suas reprodutoras ( Jawa Royal de Avalon, Shauny de Alfeu, Halley de Alfeu e Goya de Alfeu). Andei às voltas com aquela publicidade algum tempo dizendo em jeito de desabafo ao meu marido “ gostava de um boxer como esta cadela”, tratava-se da Goya.

Em Maio de 1999 fomos à casa do Sr. Cantidio e lá estavam os filhotes da Goya de Alfeu com oDavid del Colle dell’ Infinito.

A escolha foi difícil e feita com muita ponderação.

Passados oito dias voltamos e lá trouxemos a Juma de Alfeu com a promessa de que íamos ser assíduos nas exposições.
Muito mais havia para contar no entanto, e como não quero tornar-me aborrecida vou terminar com uma palavra de apreço e gratidão a todos que me apoiam na realização de um sonho!

Um comentário:

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